POLO ASTRONÔMICO DE ITACURUBA

Asteroide Itacuruba será batizado no dia 2 de junho com festa astronômica na cidade

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Dois de junho será uma data marcante para o projeto de consolidação do município de Itacuruba como Polo Astronômico. Nesta data, as pesquisadoras Daniela Lazzaro e Terezinha de Jesus Alvarenga, do Observatório Nacional, estarão na cidade para entregar a placa de “batismo” do asteroide 10468, que passou se chamar Itacuruba.
Estarão também no município o Espaço Ciência, com seu projeto itinerante Ciência Móvel, e pesquisadores das várias instituições parceiras, em uma grande “Festa da Astronomia”.

O evento pretende ser o marco de um projeto para o município, que prevê atividades de divulgação da Astronomia, exposições permanentes e itinerantes, Planetário, observações noturna e diurna, visitas ao OASI – Observatório Astronômico do Sertão de Itaparica e outras atividades que ajudarão a consolidar o Polo Astronômico do Sertão.

WhatsApp Image 2017-04-18 at 14.00.15BNesta terça (18), o projeto foi pauta de reunião entre o prefeito de Itacuruba, Bernardo Maniçoba e sua equipe; representantes do Espaço Ciência, Universidade Rural e Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Depois de conversarem sobre o histórico da vocação astronômica da cidade, que inclui os aspectos naturais de clima e luminosidade, o grupo traçou mais alguns passos para consolidar essa vocação.

Para o diretor do Espaço Ciência, Antonio Carlos Pavão, além de fazer com que a população da cidade se aproprie do conhecimento astronômico como parte essencial de sua cidade, o projeto também pode atrair turistas. “Para isso, um aspecto importante é a preservação da visão do céu, que já é privilegiada nesta região do Sertão”, diz. Neste sentido, um aspecto importante do projeto é a readaptação da iluminação pública.

O asteroide 10468, descoberto em 1981, ganhou o nome de Itacuruba desde a última quinta (13), quando foi realizado o congresso científico “Asteroids, Comets, Meteors – ACM”, no Uruguai. O nome foi sugerido pela equipe do OASI como uma homenagem à cidade onde está instalado. No local é realizado o projeto IMPACTON, que analisa e monitora asteroides, sobretudo os que oferecem maior risco ao planeta.

 

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