DOIS ECLIPSES EM AGOSTO

Eclipse da lua no dia 7 não será visível no Brasil. Já o eclipse solar do dia 21 poderá ser observado em sua forma parcial

eclipse solarUm eclipse da Lua e um do Sol estão previstos para acontecer neste mês de agosto. Mas, no Brasil, apenas um poderá ser observado: o do sol.

O Observatório Astronômico da Sé funciona de terça a domingo, das 16h às 20h. No dia 21, uma segunda-feira, ele abre excepcionalmente para permitir a observação do eclipse parcial do sol. Mas é bom ressaltar: “Essa observação está condicionada às condições do tempo e, no caso de um eclipse parcial do sol, dura pouquíssimos instantes”, afirma Cleiton Batista, da coordenação do Observatório da Sé.

No próximo dia 7, o eclipse da Lua será parcial, ou seja, apenas uma pequena parte da lua passará pela penumbra da Terra.  O fenômeno poderá ser observado no leste da Europa, na África, Ásia e na Austrália. No Recife, a observação não será possível por conta da altitude da lua.

Já o eclipse solar ocorre no dia 21. Para quem está no Brasil, ele poderá ser observado em sua forma parcial nas regiões Norte, Nordeste e no Centro Oeste. Em Recife o inicio do eclipse tem previsão para começar às 16:28, atingindo seu auge às 17:16, com 29% de visibilidade.

Na América do Norte e Caribe, o eclipse solar será total. Nos Estados Unidos, desde 1979, não se observa um fenômeno do tipo.

Este será o segundo eclipse solar de 2017, porém o de maior significância. Em 26 de fevereiro, ocorreu um eclipse solar do tipo anular, visível apenas no centro sul da América do Sul, no centro-sul da África e na Antártida.

No Brasil, o próximo eclipse do sol será visível apenas em Porto Alegre (RS), em 15 de fevereiro de 2018. No Recife, um novo eclipse solar acontece em 14 de dezembro de 2020, na forma parcial, e em 12 de agosto de 2045 na forma total.

Os eclipses solares ocorrem quando a Lua está na fase Nova. “Apesar da Lua ser bem menor que o Sol, ela está bem mais próxima de nós e isso faz com que, para nós que estamos na Terra, enxerguemos ambos com o mesmo diâmetro no céu”, explica Cleiton.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *