CURSO DE FALCOARIA

Curso de falcoaria, oferecido pela Unibra e R&R Consultoria Ambiental, marca Dia das aves no Espaço Ciência

Neste sábado, 5 de outubro, o Brasil comemora o Dia das Aves. No dia seguinte, domingo, os visitantes que comparecerem ao Espaço Ciência poderão observar o treinamento de aves de rapina para diversos fins. O curso de extensão em falcoaria, oferecido pela Unibra em parceria com a R&R Consultoria Ambiental, estará sendo realizado na sede do Museu, com o professor Paulo Braga.

A falcoaria é uma técnica praticada há mais de 6000 anos por diversas culturas. Na antiguidade, estes animais eram treinados para servirem como instrumento de caça para a obtenção de alimento. Hoje, estas aves podem ser utilizadas para várias outras finalidades, entre as quais controle  biológico e educação ambiental. É muito comum, por exemplo, o seu uso para afugentar aves em aeroportos e para capturar espécies bioinvasoras.

Ministrado pelo professor Paulo Braga, da Unibra, o curso de extensão conta com a parceira da R&R Consultoria Ambiental. Trata-se de uma empresa especializada no treinamento e condicionamento de aves de rapina, que atuam principalmente em áreas críticas, como no aeroporto internacional do Recife e no Porto do Recife. Todos os animais são legalizados, com documentação e anilhas autorizadas e certificadas pelo IBAMA.

O DIA DAS AVES, 5 de outubro, foi instituído por decreto em 1968 e reforçada em 2002, quando também foi instituída a ave símbolo do país: o sabiá-laranjeira. O objetivo é fomentar a reflexão sobre o combate à caça indevida e a proteção dos espécimes em extinção. Além de observar a prática da falcoaria pelos participantes do curso, os visitantes poderão desfrutar do Observatório de Aves do Museu, onde podem dispor de binóculos para contemplar a avifauna do Manguezal Chico Science.

Habitam este ecossistema  aves como socó-boi-baio, socozinho, garça-branca-pequena, garça-branca-grande, galinha-d’água-preta, pombo-doméstico, lavadeira, bem-te-vi, andorinhas, dentre outras endêmicas e migratórias.

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *