A ALEGRIA DE SUPERAR DESAFIOS

Em encerramento do Torneio Virtual de Ciência, estudantes e professores celebram o conhecimento científico

O auditório do Espaço Ciência ficou pequeno para a quantidade de gente que veio prestigiar o encerramento do Torneio Virtual de Ciência. Estudantes, professores e gestores foram unânimes: o maior prêmio foi o conhecimento científico. Muita gente veio do Sertão – Belém do São Francisco, Floresta, Flores… e teve até os que vieram da Bahia para participar desta festa da Ciência.

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Gestora da GRE Sertão do Submédio São Francisco, Maria Dilma Marques emocionou a todos ao proclamar, em versos e palavras,  seu orgulho de ser sertaneja e de ver os estudantes do Sertão descobrirem os encantos da Ciência. Disse: “Desafios a gente enfrenta dia-a-dia. E o maior dos desafios é com a formação do ser humano. Este Torneio propiciou isso. As escolas viraram espaços dinâmicos e a comunidade veio junto, ao perceber a vitalidade que emanava da escola”.

Em cada depoimento, ficava evidente o maior prêmio garantido pelo Torneio Virtual de Ciência: “colocar o aluno como protagonista”, como declarou a educadora da EREM Manoel Tiago Mendes, Josefa Daiana; ou “descobrir a potencialidade de nossos jovens cientistas”, nas palavras da professora da Escola Imaculada Conceição, Nadja Paulino.

Campeão com todas as turmas do Ensino Médio, o professor Jônatas Cordeiro, da EREM Nestor Valgueiro de Carvalho, contou como o Torneio empolgou a todos: “Começamos com três grupos, cada um com dez pessoas. Terminamos com mais de 70 alunos participando ativamente. Mais do que ganhar, nós pudemos nos divertir com a Ciência”.

Esta empolgação foi reforçada pelo depoimento de cada um, a exemplo da professora Rejane Silva, da Escola Nossa Senhora de Fátima: “É uma competição que mobiliza toda a escola, de forma que todos somos vencedores”.

Para a estudante Roberlane Brito, da EREM Ismênia Lemos Wanderley, dois aspectos são importantes na disputa: “a construção coletiva – com o trabalho em equipe e a aprendizagem imensa que é conviver com as diferenças; e o uso da tecnologia, com a descoberta de que as redes sociais podem ser usadas para a Ciência e o conhecimento”.

A superação, a criatividade e a capacidade de resolver problemas foram citadas pelos participantes como ingredientes importantes do torneio: “A cada desafio lançado, ficava aquela ansiedade: será que vamos conseguir?  E esse estímulo a superar nossos limites mostrou nossa força e capacidade”, afirmou o professor João Paulo Ferreira, da EREM Manoel Gonçalves de Lima.

De Itaíba, Agreste do estado, o ônibus que vinha trazendo quatro grupos vencedores de três escolas diferentes, quebrou no caminho. Mas as escolas chegaram a tempo e o Secretário de Educação da cidade, Júnior César, fez questão de estar junto e ressaltar o papel desempenhado pelos professores e gestores em todo este processo de descoberta da Ciência. “Tenho muito orgulho de fazer parte do município de Itaíba”.

Com o Torneio, alunos e educadores perceberam que é possível fazer Ciência com coisas simples e que todos, em cada canto do estado e do país, são cientistas em potencial. “Não somos adversários. Estamos juntos mostrando a força de Pernambuco e, em nosso caso, do Sertão do estado”, disse, com orgulho, o aluno Carlos Vinícius, da  ETE Maria Emília Cantarelli. “A gente escuta os outros falarem que somos o futuro. Eu prefiro dizer que somos o presente, pois são nossas ações agora que vão determinar o futuro”, conclui o estudante da EREM Alberto Torres, Allison Batista.

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