CHUVA DE METEOROS

Na madrugada do dia 13, a dica é observar os meteoros que cruzam a atmosfera da Terra

Chuva de meteoros Perseidas sobre os céus de Vancouver, 2008 (Reprodução/NASA)

Na madrugada do domingo para a segunda (12 e 13/08), várias “estrelas cadentes” cruzam a atmosfera da Terra. Trata-se do momento de pico da chuva de meteoros Perseidas, produzida por fragmentos do cometa Swift-Tuttle 1852 III. A média é de 80 meteoros por hora.  A observação será melhor no Norte e Nordeste do país e facilitada ainda mais pela Lua na fase Nova.

O Observatório da Sé estará fechado no horário de maior visibilidade: a partir das três horas da madrugada. Mas quem quiser observar o fenômeno deve procurar locais com pouca poluição luminosa e que não tenha barreiras nas direções leste e norte.  

As famosas “Três Marias”, estrelas da constelação de Órion, podem servir como região de orientação para observação da chuva de meteoros, embora alguns deles percorram quase todo o céu. “Não é preciso nenhum equipamento astronômico. Basta deitar no chão ou sentar-se em um local confortável”, lembra Cleiton Batista, da Coordenação do Observatório da Sé.

Os meteoros da Chuva Perseidas são mais lentos e coloridos do que os visíveis em outras chuvas de meteoros, o que melhora ainda mais a contemplação.

O COMETA SWIFT-TUTTLE  é o maior objeto conhecido a fazer repedidas passagens próximas da Terra. Este cometa foi visto pela última vez em 1992. Antes disso, ele foi visto no ano de sua descoberta, pelos astrônomos americanos Lewis Swift e Horace Tuttle em 1862.

O Swift-Tuttle deve retornar em 2126 e, dessa vez, ele pode aparecer de forma espetacular no céu, como o Hale-Bopp. Se os cálculos históricos estiverem corretos, a aparição de 2126 marcará o terceiro milênio de observação do cometa.

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